Eu não poderia deixar de informar

que gostando ou não do que eu escrevo, muita gente que (não) lê o blog ainda terá a chance de ver muuuuuita palavra vomitada por aqui.

Viele Danke!

Cartas

das cores, do vermelho e preto
das coisas que se sentia
da morte, da vida ou do karma
do amor
do dinheiro
do que sobrepunha e confirmava
das combinações
do rei que surgia
do homem que ficava
do amor que insistia
da inocência, da covardia…
talvez
da ironia, da imaturidade
do que viria
do sexo que seria um [ ]
do que ela viu
do que se leu e confirmou
leram elas
a minha.

Mais um hiato

Fim de semestre é assim: falta tudo…tempo, criatividade, saco, disponibilidade e disposição pra fazer qualquer coisa que não seja ligada a bendita faculdade.

Mas para a alegria dos meus leitores inexistentes, eu volto em breve. =)

Por fim

É a tentativa irracional de tapar o que não se quer ver com o travesseiro.
É tentar também editar as palavras de modo a coloca-las aqui.
Quando se queria um abraço só obteve o vazio. Quando se queria um carinho só conseguiu algumas letras.
Quando quis ficar só, tive o mundo.
Quando precisei do mundo, ele não estava mais lá.

Só sei que o dia hoje está triste.
Eu não devia, não…eu não devia mesmo ter ouvido:

“Devias vir
Para ver os meus olhos tristonhos
E quem sabe sonhar com meus sonhos
Por fim”

Eu li num livro…

Ah, a LiteraBURRA…

Em homenagem a minha falta de paciência típica para com os letrados cismados.
Em homenagem à FALE, por tentar foder com meu amor por leitura (não largo o osso NEM FUDENDO!).
Em homenagem à aqueles típicos pé no saco que acham que vão ser salvos pela faculdade.

“Eu quero escrever um livro
Sobre literatura brasileira
Nem que seja enchendo murcilha
Nem que seja dizendo besteira

Mas nem que seja enchendo murcilha
Mas nem que seja dizendo besteira
Ai ai ai Minas Gerais

Eu quero colocar o meu primo
Na academia de letras brasileiras
Nem que seja mascando capim
Nem que seja plantando bananeira

Mas nem que seja mascando capim
Mas nem que seja plantando bananeira
Ai ai ai Rio Grande do Sul”

*Graforréia Xilarmônica*

Obrigada, Cainho!

MOIMICHEGO

Não, eu não posto sobre você, nem fulano, nem sicrano, nem patavinas ou porra nenhuma.
CHEGA!
Cansada dessa coisa patética de ser mal interpretada.
Ou melhor: de ser interpretada de qq maneira.
Não tentem!
É a MINHA CABEÇA, são MEUS PENSAMENTOS sobre coisas.

Vocês deveriam saber que se tem algo que eu não gosto são jogos…
Aos que me conhecem, é ÓBVIOOOOO que o que eu tenho pra dizer, digo na cara.

Então, nada de vir me perguntar “é pra mim”?
Não, não é. Qdo for vai ter seu nome, foto, cpf, id, tipo sanguíneo e tudo mais…

Isso não é a 1ª vez que me acontece e – como é bem recorrente e COM PESSOAS DIFERENTES questionando o tempo todo – vai aí esse post “desabafo”.

Sing a song for you

 

Em meu coração é onde  espero há muito tempo por você
Em meu sorriso eu procuro por você
Cada vez que você volta e vai embora eu choro por dentro
Meu jeito bobo, muito novo para conhecer algo mais
Em meu mundo, o diabo dança e desafia
Deixa a minha mente em qualquer lugar, até eu encontrar tranquilidade neste mundo…
Eu vou cantar uma música em todos os lugares que eu puder
Muito jovem para conhecer algo mais…
O vento me protege do frio
As estrelas do céu estão ao redor de meus olhos
Muito longe, atrás da cidade aflita
Bem merecedora das pessoas de lá
Oh, então me deixe cantar uma música para você
Para melhorar o resto do seu dia
Me deixe cantar uma música para você
a única que eu conheço a muito tempo
Por favor, você poderia achar o tempo??

Shhhhhhhhhhhhh

 

silencio

agora é hora de silêncio

 

 

Preciso dizer

que não ha lá mta coisa a ser dita.
talvez eu viva por sentidos dando um sentimento sem fim aos meus dias.
talvez eu apenas não tenha nascido para ser feliz.
o correto é pensar que se tenho tudo, logo…
mas não.

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